Etapas 8 e 9 da Marcha de Resistência do cavalo crioulo de tirar o fôlego em Alegrete




O 6º dia de atividades da 16ª Marcha da Integração de Resistência do Cavalo Crioulo realizada em Alegrete tirou o fôlego dos conjuntos.

Entre a terça e quarta-feira (6), foi cumprido 90 km do trajeto total de 750 km a serem percorridos em 15 dias consecutivos.

O dia ainda nem havia clareado, quando os marcheiros saíram do parque Dr Lauro Dornelles em direção a estrada do Rincão de São Miguel. O objetivo era concluir os 40 km, numa ida de 20 e retornar 20 pela estrada vicinal do município.

Hoje, mais uma vez cedo pela manhã eles partiram para fazer a marcha dos 50. Foram 25 e retornaram pelo mesmo trajeto.

Dos 37 conjuntos que deram largada no sábado, restam 32, cinco já abandonaram a disputa. Superada as duas etapas básicas, nos primeiros 12 dias, os competidores têm o tempo mínimo e máximo para percorrer as distâncias estabelecidas.

Nos últimos três dias da disputa, o tempo é livre. Conforme Gustavo Ribeiro, um dos diretores do Núcleo de Criadores de Crioulos de Alegrete a marcha é uma prova de seleção da raça. “O espírito principal é conseguir completar o circuito”, explica Ribeiro.

Nos próximos dois dias a marcha volta a ser disputada em dois turnos, 30 pela manhã e mais trinta quilômetros no período da tarde.

No final de semana a disputa afunila e os tempos menores obrigam um desempenho melhor dos conjuntos a cada etapa.

Fotos: Everton Souza

 





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