Mais da metade das mortes no trânsito em 2017 foi de motociclistas


O número de acidentes, em Alegrete, que vinha diminuindo nos últimos dois anos de acordo com dados da Guarda Municipal, até novembro de 2017 mostrou um aumento de 8%. Até o momento os números apontam nove mortes, no trânsito, contra as oito de 2016. Cinco de motociclistas, três por atropelamento e uma que o motorista saiu da pista na BR 290.

Praticamente todos os dias, deste ano, houve um acidente com danos materiais, num total de 295, sem entrar aqui os deste mês de dezembro.

O guarda municipal, Marcelo Aurélio informa, também, que com lesão corporal foram 153 acidentes que geraram 182 vítimas, a maioria envolvendo motociclistas. Neste período, foram 91 acidentes em que as motos e seus condutores foram atingidos.

Entre os meses que mais foram registrados acidentes, com lesões corporais, estão o de março e maio. E só com danos materiais em março, julho e outubro, conforme dados cruzados, entre a Guarda Municipal e a Brigada Militar, que sempre atende ocorrências com vitimas e durante a noite e madrugada.

Para quem atua direto na prevenção e orientação aos condutores de Alegrete, o elevado número de acidentes na cidade ainda se deve ao comportamento de quem conduz veículos automotores. Os guardas de trânsito lembram que o limite de velocidade dentro da cidade é de 40k em qualquer via urbana.

Em contrapartida, alguns motociclistas e motoristas de carros rodam bem acima deste limite, o que ocasiona as batidas, bem como não respeitar a sinalização e até mesmo colar na traseira do que está à frente. Os pedestres também tem parcela de culpa em muitos acidentes, apontam os guardas municipais.  – Se a sinalização, limite de velocidade, preferenciais fossem sempre respeitadas acredito que diminuiriam em muito os acidentes em Alegrete, destaca. Muitos confundem agilidade das motos, com velocidade e isto é muito perigoso, aponta o Secretário Luciano Pereira.

Um fato levantado por quem atua direto na segurança e prevenção no trânsito é quanto ao local em que são feitas as aulas para quem vai tirar carteira de motos. Um espaço fechado e pequeno, bem diferente da realidade das ruas. Isto, diz Aurélio, não é culpa do CFC, porque é o que determina a legislação.

 

 

 

 

 

 


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1 Comentário

  • DILAMAR DA S. RODRIGUES

    ….mas realmente é um absurdo diariamente vidas são destruidas no trânsito principalmente em relação a condutores de motos os dados são a cada dia mais negativos e assustadores …mas acho que simplesmente ñ têm como nós sermos convêncidos que uma um condutor tem plêna confirmação de uma CNH tipo A sinplesmente conduzindo uma moto DENTRO de UM PÁTIO…mas é muita mediucridade…além do mais parece que legalmente oficializaram abertamente uma venda de CNH……e sem comprometimento nem um das Autoridades competentes em relação ao absurdo de vidas ceifadas diariamente…

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