Missão impossível: Delegado Marcelo Pacheco responde por quatro delegacias na região




O Delegado de Polícia de Alegrete, Marcelo Pacheco, conversou na tarde de ontem(11), com a reportagem. Dentre os assuntos abordados, o destaque ficou por conta do aumento, significativo, do abigeato no Município.

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Delegado Marcelo argumentou que o momento é crítico. E que o ano de 2016 foi de muita dificuldade junto aos órgãos de segurança. A falta de servidores é um agravante neste período. “Já estávamos com dificuldades e nessa época, em que muitos são convocados para atuar em outros municípios, se torna ainda mais complexo o quadro” – destaca.

Com os constantes ataques aos produtores e num um dos casos, o agravante por tentativa de homicídio. O Delegado  comentou que seria feita uma reunião com o Ministério Público. Polícia Civil e Brigada Militar para que fosse colocado em prática mais ações no combate ao crime de abigeato. Mas diante dos contratempos relacionados aos ataques nos Presídios(impossibilitando a vinda de reforço da Brigada Militar) e as convocações para que policiais fossem realocados em outras cidades, não foi possivel, ainda, esta união de forças.

“As ações seriam e são paliativas. O meu servidor que era encarregado pelo abigeato foi cedido para Manoel Viana. A determinação foi do Departamento de Policia, devido à aposentadoria do policial que atuava naquele Município e necessitava de um reforço.”- fala o chefe de Policia.

“A fila de caos com prioridades  e emergenciais é assustadora, mas falta pessoal” – enfatiza.

Delegado Marcelo, neste momento está respondendo por Alegrete, Manoel Viana, Barra do Quaraí e Uruguaiana, todos com demandas consideráveis. “Estamos fazendo o possível e sei que a união das forças junto aos órgãos de segurança vai ser válido.Não podemos separar as situações, está tudo ligado. Se a área econômica não vai bem, isso reflete na social e na segurança publica. Sei que vai ter um novo concurso de Delegado e agentes. ” – destaca.

As investigações estão acontecendo de forma intensa e as ações serão junto ao abigeato de forma geral, sem casos específicos- conclui.

Quanto aos seis acusados de roubo e tentativa de homicídio, na Avenida Poço de Bombas, a prisão foi feita de forma preventiva, o Delegado pediu por 30 dias, mas o judiciário concedeu de cinco dias. Neste período, segundo o chefe de policia, não houve tempo suficiente para agregar mais dados para mantê-los presos. Apenas um, que foi apontado como líder do grupo e outro que tinha mais de três mandados estão no Presidio local.

 

 

 





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