Polícia Civil em Alegrete entra em greve e delegacia atende só casos graves




A mobilização começou nesta segunda-feira (9), em Alegrete policiais civis paralisaram suas funções e aderiram a a greve geral decretada pelo sindicato da categoria.

No próximo dia 11 de outubro, uma nova assembleia deve avaliar o andamento do movimento.

Sem receber nenhuma parcela dos salários de setembro, os policiais civis do Rio Grande do Sul decidiram em assembleia geral, na última quinta-feira (5), partir para a greve como forma de pressionar o governo do Estado.

Além dos parcelamentos e atrasos, os policiais reclamam por promoções atrasadas, demissões de servidores que tiveram processos administrativos e pela situação das carceragens de delegacias superlotadas, que se arrasta desde 2015.

A previsão é de que o serviço seja normalizado só em 17 de outubro, quando os servidores recebem o salário.

A determinação, ainda, é para que não haja circulação de viaturas, de modo que todas devem permanecer no órgão a que pertencem enquanto durar o movimento grevista. Além disso, não haverá cumprimento de mandados de busca e apreensão, mandados de prisão, operações e ações policiais, serviço cartório, entrega de intimações, oitivas, remessas de Inquéritos Policiais ao Poder Judiciário e demais procedimentos de polícia judiciária.

A DPPA e o Plantão em Alegrete está atendendo somente flagrantes e casos de maior gravidade, tais como: latrocínios, homicídios, estupros, ocorrências envolvendo crianças, adolescentes e idosos e Lei Maria da Penha, além daquelas ocorrências em que o Comando de Greve ou o plantonista julgar imprescindível a intervenção imediata da Polícia Civil.

Durante a manhã o Cpers se uniu aos policiais. De acordo com Maria Izete Paré Rhodes, diretora do 19º Nucleo Cpers – Alegrete, amanhã haverá uma reunião com o secretário da Casa Civil, Mácio Biolchi.

Izete lamenta que que tenha enfraquecido o movimento e com isso de três ônibus, apenas um irá representar Alegrete. Das escola, apenas o Escola Doutor Lauro Dornelles aderiu 100% a greve.

Os professores estão ficando com receio devido as constantes ameaças e muitos retornaram as salas de aulas.

 

 

 





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2 comentários

  • DANIEL DE JESUS DA SILVA LENCINA

    Então, não é greve, é mais uma paralisação, pois greve como resposta ao governador não se registraria nem os casos de maior gravidade. Nestes 21 meses de parcelamento, atraso nas promoções e trancamento das aposentadorias, não é admissível somente paralisações e “marchas”, estas em Porto Alegre até ao Palácio Piratini. E, agora uma “greve branca” de 9 dias até o pagamento salários atrasado deste mês, não vai sensibilizar o governador, chefe Segurança Publica e tampouco o MP e Judiciário. A Policia tem seguir exemplo dos professores; “doa em que doer”.

  • Abrilino

    tem q arrasta um fogareiro ali pra calçada e fazer um boião pra galéra !!!!!!!!kkkkk

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