Vulnerabilidade social nos bairros um problema verificado pelo Conselho Tutelar

Ao contrário de 2017, quando apenas o agronegócio apresentou um bom desempenho, todos os setores da economia tendem a mostrar melhores resultados neste ano de 2018, apontou o economista da Fecomércio, Marcelo Portugal.

Por enquanto, a economia local reage lentamente e, junto disso, cresce o número de famílias em vulnerabilidade social aqui em Alegrete. Além das que já residiam aqui muitas estão voltando de cidades da Serra e até de Santa Catarina, onde o desemprego também acontece, considera o presidente do Conselho Tutelar, Antônio Flávio.

Cada um dos cinco conselheiros tutelares, tem uma lista de famílias, em vulnerabilidade social, que recebem visitas para ver se os menores não estão com seus direitos básicos violados.

O presidente do CT, Antônio Flávio Silva diz que os bairros, aqui em Alegrete, que hoje apresentam mais problemas são o Nilo Gonçalves, Saint Pastous e Renascer.

O que se verifica, diz o conselheiro, é que a maioria dessas famílias vive de bico, numa situação difícil e os menores são os que mais sofrem. -Falta alimentos e muitos nem vão à escola, infelizmente.

Ele comenta que vão buscar mais serviços públicos que possam envolver os menores, como colocar em escolas de futebol e outras oficinas, que os ajude a construir sua cidadania.

Outra questão levantada é quanto a profissionalização dos pais, porque a maioria  tem pouca escolaridade e conhecimento de uma profissão. Neste caso, acreditam que também é importante fazer um programa que contemple os pais ou responsáveis.

Cada um dos cinco conselheiros realiza uma média de 100 visitas por mês, de acompanhamento às famílias e encaminha os menores e , em caso de necessidade, os adultos aos serviços, do Município, já disponíveis na rede de proteção nos CRAS ou Creas.

Vera Soares Pedroso

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