Santiaguense vítima de acidente na Rota do Sol morre após 20 dias hospitalizado



Mulher dele, também vítima do acidente, está internada em hospital de Santiago

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Morreu em Canoas, na madrugada do último sábado, Valdomiro Maciel Amaral, 79 anos, santiaguense vítima de um acidente de trânsito que aconteceu no dia 17 de dezembro de 2016, na Rota do Sol, em Itati. Ele era um dos 18 passageiros que ficaram feridos depois que um ônibus da Expresso São Pedro tombou na altura do km 11 da RS-486.

aral, e levado para o Hospital Universitário de Canoas. Ele tinha um coágulo no cérebro, consequência do acidente, condição que o levou à morte. Maria foi levada para o Hospital de Caridade de Santiago (HCS), onde permanece internada. Seu estado de saúde é regular.

De acordo com o Batalhão Rodoviário da Brigada Militar de Osório, que prestou o atendimento no dia do acidente, o ônibus saiu de Santiago dia 16 de dezembro e tinha como destino Balneário Camboriú. Ele tombou por volta das 3h, deixando 20 feridos, entre eles 18 passageiros e dois motoristas.

Foto: Divulgação / Batalhão Rodoviário

Por meio do gerente da empresa, Sérgio Luiz Maffini, foi informado ao Diário e à Rádio Gaúcha, no dia do acidente, de que nenhuma pessoa havia sido ferida gravemente. No entanto, além de Valdomiro, o Diário tomou conhecimento de que outra passageira, Julia Lenir Moraes Santoli, 69, também ficou ferida com gravidade. Ela está internada em estado gravíssimo no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) do Hospital São Miguel, em Gramado. O hospital confirmou que a idosa “sofreu traumatismo raquimedular cervical grave, com sinais de tetraplegia, e luxação na coluna cérvica”. Isso quer dizer que, se sobreviver, ela poderá perder os movimentos dos braços e das pernas.

 

Familiares de Julia criticaram a Expresso São Pedro, pois, segundo eles, não teria buscado saber a condição dela para ajudá-la.

– Apenas uma seguradora entrou em contato para saber o estado de saúde da minha mãe – disse Mônica Santoli Grings, filha de Julia.

Outro gerente da empresa, Gustavo Maffini, disse ao Diário que entraria em contato com a seguradora para que ela agilizasse o atendimento as vítimas.

Ele deixa a esposa, três filhos e quatro filhas.

 

Fonte: Diário de Santa Maria







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