Secretário anuncia austeridade e ajustes para manter os serviços de saúde em 2018




Já visando a gestão em 2018, o secretário municipal da saúde, José Fábio Pereira fez uma radiografia da pasta mostrando receitas e despesas.

A Prefeita, vice, secretários, vereadores assistiram a explanação que mostrou em gráficos, a receita da saúde que é tripartite União: (12 milhões) Estado: (5 milhões) e Município (19.5 milhões ), incluindo o recurso livre que saiu de outras secretarias para manter os serviços da saúde. Em 10 meses, a Saúde investiu em atendimentos e pagamento da folha de 800 servidores 40.7 milhões. O maior índice é com pessoal, 26.1 milhões até o momento.

O déficit chega a mais de 6 milhões. E para evitar mais aumento é necessário ajustes agora, como alertou a prefeita Cleni Paz, lembrando que a grande maioria das Prefeituras não tem recursos para pagar o 13º salário, devido a crise que afeta o Pais e o Estado.

O Secretário disse que a cidade tem 90% de cobertura com ESFs, mas que faltam servidores e não pode contratar nem fazer concurso, porque já está no limite. “Faltam técnicos, enfermeiros, médicos, sem contar que não tem como substituir os que saem ou estão em licença, ponderou.

Para evitar que a saúde use ainda mais o recurso livre em 2018, o secretário José Fábio anunciou algumas medidas para o funcionamento da pasta. Primeiro, ampliar o horário dos servidores, que ainda fazem 6h que passem a atuar 8h horas por dia.

Os recursos próprios do Município que deveriam custear a folha, não conseguem essa cobertura há mais de cinco anos e isto gera um déficit, e prejudica outras secretarias, como observou o Secretário, porque para isso eles precisam usar o recurso livre.

Ele reconhece que toda mudança gera desconforto, mas aos poucos vai se ajustando e é preciso pensar na comunidade para manter o atendimento na sua totalidade.

 





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