
A família Safons, apaixonada pela cultura gaúcha e com fortes ligações ao genuíno tradicionalismo, iniciou em setembro de 1973, conforme a primeira ata, as tratativas para fundar o CTG Aconchego dos Caranchos em um espaço de sua casa particular.
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Foi uma época de encontros, bailes e dali construímos o nosso Caranchos, a minha família e um grupo de amigos a quem temos o maior carinho e gratidão, diz Ana Claudia Safons.

Ana Claudia Safons relembra, com emoção, a história da entidade que diz terem muito amor. Foi algo feito com a alma, estampando os mais nobres sentimentos pela tradição e amor à nossa cultura, atesta.

Quelen Bailard e Ana Claudia Safons
A professora de educação física vivenciou o CTG Aconchego dos Caranchos por longos anos de sua vida, acompanhando os pais Antero e Ana e toda a equipe da entidade. Ela dançou na invernada e foi prenda por 10 anos, sempre com orgulho de ostentar no peito a identidade de seu CTG.
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– Quem vivenciou os anos mais agitados e de intensas atividades no CTG quer que isso volte, afinal é um galpão de dignidade da cultura gaúcha e fortalecimento de de valores da família e que congrega muitos simpatizantes, relembra .

Almoço de 20 destembro no CTG Aconcego dos Caranchos
Este ano, o CTG Aconchego dos Caranchos vai comemorar 50 anos de arte, cultura e tradicionalismo em Alegrete no próximo dia 16 de setembro. O atual patrão Neuri Tito Quirino diz que a primeira sede, na rua João Cezimbra Jaques era de costaneira. Só bem mais tarde, foi construído o Aconchego dos Caranchos de alvenaria, cita o tradicionalista que adianta que já estão elaborando a programação para comemorar meio século de vida do CTG.
