
Pensando nisso, o alegretense, Mikael Muniz, de 23 anos, morador do bairro Nilo Soares Gonçalves desenvolveu um projeto de cadastramento.
Ele falou ao PAT que o Sistema Estadual de Cadastramento de Animais Domésticos é uma ideia que surgiu quando ele estava no Rio de Janeiro, captando ideias para novos desafios e se seria possível implementar em Alegrete.
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Dentre todas, uma em especial despertou sua atenção: o cadastro de animais domésticos.
Mikael acrescenta que é algo que somente duas cidades no Brasil possuem, e Alegrete vai ser o primeiro Município na região da Fronteira Oeste, a implementar um sistema de cadastro pet.
“Isso vai valorizar a nossa amada terra com a causa animal no Rio Grande do Sul”- citou.
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Desta forma, ele comenta como o sistema funciona: o tutor que deseja cadastrar seu pet(cachorro, gato, coelhos, cavalos e hamsters) paga uma taxa de R$10 a R$15 reais, que será usada para a confecção de uma tag implementada na coleira, além de um cartão de identidade animal.
A tag para coleira tem um QR Code que, em situações de pets desaparecidos, quem o encontrou pode localizar o dono, basta aproximar o celular na tag da coleira que as informações aparecem na tela.
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No cartão de identidade animal, também chamado de REP(Registro Estadual de Pet) da mesma forma, contém, um QR Code, aceito em qualquer clínica ou petshop para reconhecimento do animal e também possíveis descontos.
“O projeto tem o objetivo de acabar com as publicações de animais perdidos de forma eficaz e ainda facilitar o trabalho dos profissionais da área da saúde e causa animal”- conclui.
Quando e aonde vai começar a ser feito o cadastro?