Anilton Oliveira vai a Brasília propor que áreas ociosas do exército sejam destinadas a moradias em Alegrete

Na última sexta-feira (12), ao lado do deputado federal Paulo Pimenta (PT), o vereador Anilton Oliveira (PT), foi recebido no Alto Comando do Exército, em Brasília, onde apresentou a ideia de que áreas militares ociosas em nossa cidade sejam destinadas para habitação.

Durante a audiência no Ministério da Defesa, o político alegretense tratou de possíveis áreas para moradia em Alegrete. Anilton acredita que especialmente a área próxima ao Centro Administrativo Municipal, tida como nobre, já que está afastada de inundações, seria ideal para o início de uma política habitacional, finalmente resolvendo o déficit de cerca de 3.500 famílias que necessitam de moradia em Alegrete. O vereador defende que O Exército estaria exercendo um papel social.

A audiência contou com 15 militares, entre eles, três generais, todos do alto escalão do exército brasileiro. Profissionais das áreas de patrimônio, engenharia e meio ambiente, estiveram presente no encontro.

De acordo com o vereador, a sinalização do comando é positiva. A ideia de iniciar uma política habitacional em Alegrete, tem por objetivo a transferência de áreas militares ociosas ao município. Anilton mencionou especialmente terrenos na 12ª Cia Com, que circundam o centro administrativo.

“Saímos extremamente satisfeitos . O comando vê a iniciativa com bons olhos”, destacou Oliveira.

A audiência encerrou com tratativas de que será necessário percorrer alguns caminhos burocráticos, para consolidar o pleito.

Ainda em Brasília, o petista se reuniu com a Advocacia Geral da União (AGU), onde habilitou a Frente Parlamentar em Defesa dos Moradores à Beira da Linha Férrea, como representante dos moradores no litígio que envolve a empresa Rumo.

Anilton conversou com o diretor da junta de conciliação em nível nacional. O objetivo ficou claro. A ideia é suspender as ações, uma vez que a Rumo não sinalizou interesse em voltar a operar no município. Por outro lado, o petista sustentou a necessidade de achar uma solução para que os trilhos não fiquem desocupados. Sugeriu vários projetos, um já elaborado pela Unipampa, uma vez que a malha ferroviária atravessa a cidade, em mais de 19 bairros. Estima-se que existam cerca de mil pessoas nas chamadas áreas de domínio da Rumo.

Nos próximos dias, está prevista uma audiência de conciliação na cidade de Cruz Alta, e Alegrete será intimada a comparecer, para mais um desdobramento do caso de centenas de famílias que vivem há décadas na beira-trilho.

Júlio Cesar Santos Fotos: Reprodução

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