Bocas de lobo um problema aberto em vários pontos da cidade


Um problema espalhado por toda a cidade são as bocas de lobos abertas, ou com tampas quebradas.

As pessoas reclamam que isso é um problema, porque em alguns pontos, como nas proximidades da Avenida Rondon, uma pessoa não viu a boca de lobo aberta em meio ao pasto e caiu no local. Também expõe detritos e junta insetos.

Outra, na rua Vinte de Setembro, está aberta e com placas que indicam que se se deve ter cuidado ao passar no local.

O secretário de infraestrutura, Jeter de Souza diz que além de ainda existir muitas sem tampas acontece outro problema. O setor realiza o serviço com a colocação das tampas e na outra semana elas aparecem quebradas.

Ele comenta que se alguém identificar algum caminhão ou outro veiculo cruzando por cima dessas tampas, quando puder anote a placa.

-Temos apenas seis servidores no setor dos pedreiros para realizar o trabalho de toda a cidade, que inclui reparos em vários locais e, devido a isso, temos que cuidar o serviço realizado para evitar jogar dinheiro fora, observa.

Vera Soares Pedroso

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2 Comentários

  1. Concordo com o Secretario, pois na esquina de minha rua um caminhão quebrou a tampa,foi comunicado ao Setor eles foram lá trocaram e no outro dia um outro caminhão quebrou novamente é uma rua estreita mas tem com passar tranquilamente sem causar danos, falta de responsábilidade e educação dos motoristas quebram e ainda não comunicam nada.

  2. Todos nós, brasileiros, temos direito a cidades limpas, saneadas, com qualidade de vida, enfim, um meio ambiente saudável. Um direito que nos assegura a Constituição Federal, as estaduais e as leis orgânicas municipais. No entanto, convivemos no dia a dia com um verdeiro caos urbano, como se tudo fosse o mais normal possível. E o discurso dos agentes públicos sempre o mesmo: “vamos tomar providências”, quando não outras justificativas. Na verdade, os problemas estão aí para serem enfrentados de maneira permanente e determinadamente. A propósito, Lula, logo que assumiu seu primeiro mandato como presidente da República, criou o Ministério das Cidades, que se imagina viria fazer uma verdadeira revolução nas cidades brasileiras tão maltratadas. Mas, convenhamos, esse tal de ministério ainda não disse a que veio e tem servido, pelo que se observa, para acomodar a cupinchada política. Aliás, isso me faz lembrar quando o Itamar Franco criou o Ministério do Meio Ambiente. Imaginava-se que, aí, sim, o meio ambiente iria ser levado a sério no país, a sua defesa daria um salto de qualidade. Qual nada, Itamar nomeou como ministro um senador da República, ex-prefeito de Belém e que pretendia ser governador do Pará. O novo ministério, na verdade, serviria para o figura “ficar na vitrine” e ele não perdeu tempo, transformou a vistosa sede do Ibama, em Brasília, em comitê eleitoral, entre outras baboseiras praticadas. Acossado por denúncias, não sei porque “cargas d’água” inventou de viajar inicialmente para Porto Alegre (afinal, turismo nunca fez mal aos políticos brasileiros!) e fez a bobagem de aceitar uma reunião com ambientalistas na Capital. Constrangido, lhe disse eu umas verdades, que foram publicadas em Zero Hora no dia seguinte. Não demoraria muito, Itamar o demitiria do cargo. Assim começavam as “ações” do novo ministério, mas o massacre da Floresta Amazônica não cessaria, ou melhor, não pára nunca. Esse é o nosso Brasil.

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