Casos de menores com HIV cresce em Alegrete, mesmo com as campanhas


Mesmo com as constantes campanhas, os casos de HIV não diminuíram em Alegrete.  A revelação é da coordenadora do Serviço de Atendimento Especializado -o SAE.

O que preocupa a psicóloga Elizabeth Souza da Costa são os casos de menores, infectados, dentre os 25 novos casos registrados no Serviço este ano.

Hoje o SAE tem no cadastro 390 pacientes com HIV que recebem o coquetel de medicação para tratar a doença. Uma equipe multidisciplinar atende no local as pessoas que precisam de atendimento médico  e outras especialidades.

A coordenadora diz que a única forma de prevenir o contágio do vírus é usando preservativo, porque a grande maioria dos infectados contrai por relações sexuais.

Ela salienta que em todas a unidades de saúde tem camisinhas masculina e feminina à disposição e não se justifica às pessoas manterem relações sem cuidado. É a saúde de cada um que está em risco.

O SAE também distribui medicamentos a pessoas que contraíram sífilis, outra doença sexualmente transmissível que preocupa em Alegrete.

A equipe faz palestras em escolas com objetivo de aumentar a conscientização das pessoas. – Aos jovens costumo dizer que não é porque a pessoa tá cheirosinha que não possa ter alguma doença sexualmente transmissível e infectar o parceiro”, destacou Elizabete da Costa.

Vera Soares Pedroso

 

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1 Comentário

  1. A coordenadora precisa se atualizar. Apesar da camisinha ser um contraceptivo muito eficiente, existe ainda, para aqueles que se submeteram a ter relações sem camisinha, o PEP (Profilaxia pós exposição ao HIV) que consiste num comprimido que deve ser usado em até 72 horas após o ato sexual desprevenido.

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