Falta comunicação da Central de Videomonitoramento com as guarnições da BM

As câmeras de videomonitoramento da Prefeitura que têm sua central em salas do Centro Administrativo Municipal servem para monitorar o movimento das ruas, elucidar crimes e outro delitos. O questionamento de alegretenses é quem fica monitorando as câmeras tem o contato direto com a Brigada Milita ou Polícia Civil no sentido de ajudar com mais rapidez a identificar infratores ou auxiliar numa emergência.

O fato surgiu devido a um furto, dia 6, envolvendo uma senhora, entre as ruas Vasco Alves e  Andradas, em frente a uma dessas câmeras, em que o ladrão fugiu com o celular da vítima.

-Se houvesse uma comunicação direta por rádio com as forças de segurança seria uma forma de chegar mais rápido aos autores de crimes, afirma  o Secretário de Segurança e Mobilidade, Luciano Pereira.

Ele explica que já houve um rádio transmissor na sala de videomonitoramento que era da Brigada Militar e devido a um raio queimou e foi para conserto e não retornou mais.

-Sem dúvida seria muito importante, mas não é só comprar o rádio que custa em torno de 500 reais,  tem que instalar uma central com antena e isso demanda um valor elevado que a Prefeitura não dispõe no momento.

Atualmente, o contato de quem atua na central de videomonitoramento com a Brigada Militar é pelo 190 e da BM com a Guarda Municipal pelo 153.

Em relação às câmeras existem 20 em Alegrete e nem sempre todas estão funcionando porque, conforme o Secretário, dependem do sistema de fibras ópticas, assim como os demais sistemas de secretarias da Prefeitura e, se ocorrer qualquer problema com as linhas de fibra prejudica o funcionamento das câmeras.

Vera Soares Pedroso

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