Família de pedreiro assassinado clama por justiça

A família do pedreiro Vladimir Alves dos Santos, de 53 anos, que foi esfaqueado pelo genro no mês de agosto, ainda busca justiça. Nesta semana, mais de seis meses após o crime, dois familiares que temem por represália e, dessa forma não serão identificados, procuraram o PAT. Eles disseram que é inadmissível um trabalhador morrer e o assassino continuar com uma rotina como se nada tivesse acontecido.. “Se não for a Lei dos homens, será de Deus, mas não vamos desistir. Ficamos sabendo que ele ainda está na cidade” – comentou.

(Leandro Silveira de Vargas/ acusado)

O trabalho do setor de investigação concluiu o inquérito e apontou como acusado o genro, Leandro Silveira de Vargas,de 29 anos. O mandado de prisão foi expedido em novembro do ano passado, mas até o momento, o homem não foi preso e é considerado foragido da justiça.

“Há pessoas da família que estão desolados e ainda não conseguiram assimilar o que aconteceu. Porém a liberdade do acusado trás ainda mais sofrimento. Eles se davam bem, não tinha motivo dele ter atacado um pai de família trabalhador de forma violenta e traiçoeira, como foi.”- desabafa.

Se alguém tiver qualquer informação que possa levar ao paradeiro do acusado, Leandro Silveira de Vargas,de 29 anos, pode acionar a Brigada Militar(190) ou a Polícia Civil(3427-0300).

(Vladimir Alves dos Santos/vítima)

Relembre o caso:

Vladimir Alves dos Santos, de 53 anos, foi esfaqueado pelo genro, no sábado(19), no bairro Jose de Abreu. Depois de uma semana internado na UTI e ter passado por uma cirurgia, além de transfusão de sangue, ele não resistiu às complicações e morreu na madrugada do dia 26, na Santa Casa. A morte do pedreiro registrou o 12° homicídio do ano de 2017 em Alegrete.

O pedreiro foi atacado pelo genro e levou dois golpes de faca, no lado direito do abdômen. Ele estava em via pública quando foi surpreendido pelo acusado.

No dia 12 de agosto, Vladmir tinha saído do emprego para cuidar da esposa que estava hospitalizada devido a um infarto. Ela aguardava transferência e depois de um tempo conseguiu se recuperar.

 

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