Fechamento da UPA: uma irresponsabilidade do Governo do Estado com a passividade das nossas autoridades

O atraso de mais de meio ano nos repasses à UPA, por parte do Governo do Estado, evidencia uma completa falta de comprometimento com a saúde da população. São sete meses de atraso. A pergunta que fazemos é: será que nenhuma de nossas autoridades atinou para o desenlace desse quadro? Claro que era uma questão de tempo para a asfixia bater às portas do pronto socorro. E se essa situação já estava sendo sinalizada, por que nada foi feito para evitar o pior? O atraso nos repasses aos prestadores de saúde do Estado é generalizado, todos sabemos, mas a velha e sempre eficiente pressão política poderia ter evitado tantos meses sem os recursos que são fundamentais para a UPA continuar atendendo à população. E, diante dessa situação crítica que se anunciava, por que não se buscou um amparo da justiça para evitar o caos. Só para lembrar, na administração de Erasmo Silva quando houve uma ameaça de paralisação da UPA, a Prefeitura “bancou” o atendimento, entrou na justiça e em poucos dias o Governo pagou a conta e passou a repassar regularmente os valores devidos. Não seria o caso do prefeito Márcio Amaral, com o apoio da Câmara, buscar uma saída semelhante. Às vezes é preciso bater no peito e chamar para si a responsabilidade. E essa é uma dessas situação.

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