
Segundo relatos, nos últimos tempos, o espaço tornou-se um ponto de encontro para jovens que o utilizam para atividades ilícitas, como o consumo de cigarros de maconha.
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Uma moradora, que preferiu não se identificar, procurou a reportagem para compartilhar sua inquietação em relação à transformação do espaço sagrado. “Aquele lugar era reservado para orações e visitações à Santa, porém, nos últimos tempos, se tornou um ponto de encontro de jovens que usam a área para usar produtos ilícitos como cigarros de maconha”, afirmou.
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O grupo de moradores enfatiza que essa prática envolve pessoas de diversas faixas etárias, sendo a maioria composta por menores de idade. “Vi cinco meninas jovens, bonitas, bem vestidas, que foram para aquele local e passaram a fumar cigarro de maconha e realizar selfies, com o rio cheio. Por pouco não caíram nas águas”, relatou a moradora.
Devido ao receio e ao medo de sofrerem alguma retaliação, a maioria das pessoas que enfrentam o grande fluxo de pessoas no local, independentemente do horário, mas especialmente após as 18h, não realizam denúncias formais à Brigada Militar e a outros órgãos.