Moradores da Dr Romário pedem solução para as enxurradas no bairro

Na audiência, em que o Vice-prefeito Márcio Amaral realiza no salão da Prefeitura da Praça Getúlio, uma vez por semana, dia 7, uma comitiva de moradores do Bairro Dr Romário esteve na reunião.

Eles cobraram uma solução para a questão do alagamento no bairro na última grande enxurrada no dia 27 de outubro, quando todas as casas da Rua Daniel Krieguer foram atingidas pela água que invadiu as residências em mais de um metro.

Em alguns momentos os ânimos se exaltaram, porque os moradores querem uma solução, já que a maioria perdeu móveis e eletrodomésticos atingidos pela água.

Presente à reunião, além do prefeito em exercício, Marcio Amaral, os secretários de infraestrutura, Jetter de Souza e de Promoção Social, Iara Caferati e os vereadores Luciano Belmonte e Antônio Monteiro.

O prefeito em exercício falou que o problema é crônico e que muitas casas, especificamente naquela rua, estão abaixo do nível do terreno e naquele dia choveu 140 mm em 5 horas.

Uma das saídas emergenciais seria a colocação de bueiros de metro e uma galeria  para que água, neste casos, saísse na Avenida Tiaraju. O projeto será feito até o final do ano, informou Amaral e os vereadores se comprometeram a buscar emendas parlamentares, já que um trabalho como esse custa em média 350 mil e o Município não dispões deste valor.

Uma cobrança feita pelo Prefeito em exercício é de que as pessoas devem colaborar e não colocar lixo em bocas de lobo, assim como tapá-las, porque isso prejudica ainda o ecoamento da água em caso de chuvas fortes.

Equipes da Defesa Civil, Assistência Social e Infraestrutura, após a chuva do dia 27 de outubro, realizaram  visita  aos moradores da rua Daniel Krieger, no bairro Doutor Romário e moradores da rua D, Bairro Segabinazzai , ocasião em que levantaram alguns problemas nos bairros como dejetos que são jogados  diretamente no campo que fica lateral à rua Daniel Krieger; lixo jogado pelos moradores que causam entupimento de bueiros  e atrapalha o escoamento de água;  e casas que são construídas   abaixo do nível da rua e que são mais propícias aos transtornos em dias de chuvarada.

Vera Soares Pedroso

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