Mulheres fazem caminhada e pedem justiça em caso de feminicídio em Bagé

Elas lembraram o caso de Darlene Pires, de 37 anos, assassinada pelo próprio marido na última semana no distrito de Palmas, na zona rural.

Um grupo de mulheres fez uma passeata no Centro de Bagé, na Campanha, no fim da tarde deste domingo (15). Elas pediram justiça no caso de Darlene Pires, de 37 anos, assassinada pelo próprio marido na semana passada no distrito de Palmas, na zona rural da cidade.

De acordo com a organizadoras do protesto, o objetivo é chamar a atenção para os casos de violência contra a mulher. As participantes vestiram camisetas com a estampa de uma foto de Darlene e ergueram balões rosas e brancos.

A caminhada saiu da Praça de Esportes e seguiu pela Avenida Sete de Setembro até a sede da Delegacia da Mulher. No local, elas formaram uma roda e fizeram uma oração.

Tanto as organizadoras quanto a Brigada Militar estimaram 100 mulheres no protesto.

O caso

Darlene Pires, de 37 anos, foi morta pelo próprio marido. Ele mesmo registrou o desaparecimento da muher na delegacia. Porém, ao ser interrogado pela polícia, acabou confessando o crime.

O homem contou que o casal havia discutido por causa de um problema na moto que eles andavam. Ele matou a mulher e enterrou o corpo.

O cadáver só foi encontrado na madrugada de quinta-feira (12). Darlene estava desaparecida desde o último domingo (8).

A Polícia Civil indiciou o homem de 31 anos por feminicídio por motivo fútil e ocultação de cadáver. Darlene era mãe de quatro filhos.

Darlene foi morta e teve o corpo enterrado pelo próprio marido na zona rural de Bagé (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

Darlene foi morta e teve o corpo enterrado pelo próprio marido na zona rural de Bagé (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

Fonte: G1

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