Na briga com a Oi

O Procon de Alegrete reuniu-se com representante da Oi para exigir uma solução em benefício de mais de 30 Mil Clientes da Operadora em Alegrete

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O Diretor Executivo do Procon, Luiz Antônio Rogoski, juntamente com Geferson Cambraia e o agente, José Vilmar, estiveram reunidos na tarde desta quinta (25) , na sede do Procon com o representante da Gerência de Relacionamento da Diretoria Jurídica da OI, Região Sul, Emílio Frederico Haenzel Pacheco de Freitas, buscando soluções para os intermináveis problemas enfrentados pelos clientes da operadora em Alegrete.

Apesar dos avanços conquistados, ainda é grande o número de reclamações de clientes alegretenses em relação aos serviços prestados pela operadora oi no município. O Procon Alegrete é um dos poucos no Brasil que tem conseguido êxito ao fazer com que as operadoras respeitem os direitos do consumidor.

Entre os principais problemas tratados sobre a área técnica, está a demora em restabelecer serviços de Internet, telefonia, mudança de endereço, atendimento precário e demora no atendimento  ao consumidor (SAC), venda pelo telemarketing e não cumprimento da oferta, pois oferecem um plano mais barato e induzem o consumidor a trocar de plano por outro supostamente melhor. Exemplo: o cliente tem um plano de R$ 120,00, e a operadora o induz a contatar um plano semelhante por R$ 69,90. Eles cobram só os primeiros meses, e depois de algum tempo, passam a cobrar valores exorbitantes de até R$ 600,00 . Caso o consumidor fique insatisfeito e queira desistir do plano, cobram uma multa de até R$ 600,00, por quebra de contrato de fidelização.

Segundo Rogoski a empresa tem que investir em melhorias na infraestrutura para evitar os problemas, e com isso proporcionar serviços de melhor qualidade. Não podemos deixar que os consumidores continuem sendo penalizados por um serviço que não está sendo prestado de maneira como deveria, por isso, vamos pedir  providências, já que é muito grande o número de reclamações que chegam diariamente ao Procon, ressalta Rogoski.

O diretor do Procon afirma ainda que se não houver solução ou avanço nas negociações, poderá adotar novas medidas contra operadora, inclusive com possibilidade de suspensão de vendas na cidade.

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