Preta Mulazzani traça metas para chegar à Assembleia Legislativa

Dando início a conversa com os pré candidatos de Alegrete à Assembleia Legislativa do RS, começamos com a única mulher pré-candidata a deputada estadual, pela região Fronteira Oeste e Campanha, Maria de Fátima Mulazzani – Preta que fala desse novo momento político e dos desafios.

Depois de dois mandatos como vereadora, mais dois como vice- prefeita de Alegrete, pelo PT, e pela decisão do partido e muitos  segmentos que a incentivaram, desde que saiu da Prefeitura, se sente forte para enfrentar essa pré-candidatura.

A não participação, neste pleito, do alegretense deputado estadual, Adão Vilaverde, por motivos profissionais na Universidade representa um impulso a mais, diz Preta.

Quanto ao desgaste da sigla do PT, no atual momento político do país, ela fala que todos os partidos estão desgastados e é em momentos de crise, quando estão retirando diretos dos  trabalhadores, fazendo reformas que prejudicam conquistas históricas e que as pessoas sentem o que realmente acontece. – Daí surgem as possibilidades e só com a participação da pessoas e segmentos que poderemos mudar o atual quadro.

O discurso que se ouve, observa Preta, é que “eles” tem muitos direitos e isso atrapalha o crescimento do país, o que não é verdade dando exemplo de países como o Canadá em que a licença maternidade chega a dois anos e nem por isso o país deixou de crescer.

Questionada se com tudo o que recaiu sobre PT, nos últimos tempos, pensou em mudar de partido, afirma que sim. – Mas foi daí que repensei minha trajetória, a militância e o trabalho de 28 anos e digo que não é num momento de crise que devemos largar tudo”.

Ela afirma que não é pré-candidata do extremismo e sim da construção do diálogo. E que a nossa região, historicamente, tem dificuldades de representações políticas fortes para aglutinar forças e conquistar demandas. E, por outro lado, lembra de grandes lideranças em nível nacional daqui da região: Getúlio Vargas, João Goulart, Aldo Fagundes, dentre outras

-Eu sou daquelas que não faço política por profissão e se coloquei meu nome à disposição é para a construção de políticas públicas para enfrentar desigualdades, trazer benefícios para a saúde, uma área que conheço bem, a educação, segurança pública, políticas sociais e outras demandas de toda a região.

Também ressalta que o mandato é para ser cumprido e não um trampolim para outros espaços. E que não costuma desqualificar quem está no Poder, porque o objetivo e os desafios são aglutinar esforços em prol do máximo de pessoas.

Preta acredita que como todo o candidato tem que sair de sua terra com uma expressiva votação e buscar o restante fora, para garantir uma cadeira na Assembléia Legislativa. Lembrando que Preta fez mais de 20 mil votos para prefeita nas eleições de 2016. O nome dela para concorrer nas eleições legislativas de 2018, foi aprovada por consenso, sendo a pré candidatura preferencial, durante a reunião do Diretório municipal do PT realizada no último dia 24 de março.

Vera Soares Pedroso

 

 

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2 Comentários

  1. Mas convenhamos candidata, comparar Brasil com o Canadá não tem nada a ver. Canadá é um País com algo em torno de 35 milhões de habitantes, extremamente avançado, índice de qualidade de vida altíssimo, extremamente desenvolvido, altamente industrializado, IDH alto (entre os dez primeiros do mundo), criminalidade baixa e controlada, governantes sérios, enfim, no atual momento foi a pior comparação a ser feita por uma candidata a Deputada;. Sucesso em sua campanha é o que desejamos.

  2. Considero a Preta Mulazzani uma excelente candidata a Deputada Estadual , pela sua já longa história de coerência política, trabalho, muita garra e determinação ,e, principalmente, por sua permanente preocupação com o social ,com políticas públicas nas áreas de saúde e educação, principalmente. Acho que será uma ótima representante do Alegrete e da fronteira oeste na Assembléia Legislativa do nosso Rio Grande.!

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