Suicídio, uma tragédia quase sempre silenciosa

As abordagens relativas ao suicídio não devem ser ignoradas, de acordo com médicos e especialistas, contrariando um velho conceito que falar do assunto pode desencadear outros atos dessa natureza. É prudente tratar o tema com cautela e embasamento, mas não desconhecer uma das principais causas de morte no mundo moderno. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a cada 40 segundos, uma pessoa comete suicídio no mundo e é a segunda principal causa de morte entre indivíduos com faixa etária entre 15 e 29 anos.

No mês dedicado à atenção e prevenção ao suicídio, são inúmeras as abordagens e campanhas. O número de pessoas que se suicidaram em Alegrete, até o momento, já ultrapassa os 12 meses de 2018.

Conforme a Coordenadora do Serviço de Saúde Mental, Nádia Mileto, a implementação do Samu Mental vai auxiliar as pessoas que fazem parte da rede e esse serviço vai ajudar a todos, pelo número expressivo de usuários dos serviços em Alegrete. Além do Centro de Valorização da Vida (CVV) que chegou através do Núcleo de Apoio à Vida de Alegrete – Naviale, ong que trabalha a prevenção ao suicídio. A ideia foi do casal Salete Jaques e Paulo Arnoud Grande. 

O assunto (suicídio) é uma preocupação permanente, mas durante o mês de setembro ganha uma visibilidade maior. No Brasil, o suicídio é considerado um problema de saúde pública.

Desde 2015, foi criada a campanha do ‘Setembro Amarelo’ pela parceria entre o Centro de Valorização da Vida (CVV), Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). O dia 10 é, oficialmente, o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. 

O que leva a pessoa ao suicídio são vários fatores, dentre eles:

  • depressão
  • histórico familiar
  • uso de álcool  e drogas
  • abuso
  • acesso ao instrumento
  • bullyng
  • estresse
  • pressa interna
  • dificuldade de interação social

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