
Josiele Bardin, mãe de um menino autista de 9 anos, é uma das que integram a Sociedade alegretense apoio da infância e adolecente – SAIA que oferece vários serviços no espaço da antigo Lar Santa Terezinha.

Preocupada com a quantidade de famílias com filhos autistas e muitas até mesmo sem diagnóstico e sem saber o que fazer, Josiele que vive esta situação em casa, resolveu ajudar.
No dia 9 ela realizou no espaço do SAIA, o lançamento do projeto de acolhimento familiar. Depois, aconteceu uma roda de conversa convivendo com o TEA e suas possibilidades, com a mediadora neuropsicopedagoga, Judete Fernandes Dornelles.
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Josiele destaca as dificuldades que muitas famílias ainda enfrentam para saber do diagnóstico de filhos com espectro autista, além dos custos com consultas para quem não tem condições.
Um dos locais que acolhe e acompanha pacientes com TEA é o CAPS i, “mas como a demanda é grande precisamos ter outros braços para informar e acolher mães, pais e outros sobre o assunto, para que possam fazer o diagnóstico o mais cedo possível e poder ajudar seus filhos”, pondera a voluntária.
“Muitas famílias estão sem referência, sem orientação e temos que fazer algo, porque o diagnóstico precoce é fundamental”, destaca.
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Outro ponto que temos que descontruir, é quando os pais sabem do diagnóstico e geralmente abandonam os filhos, ficando todo o cuidado com mãe e isso não pode ser permitido, porque os autistas com acompanhamento são inteligentes e muito amorosos e devem ser inseridos na sociedade, atesta.